Estimado(a) amigo(a)
quinta-feira, 13 de outubro de 2016
domingo, 21 de agosto de 2016
micro-conto: tem tanto e usufrui tão pouco
No prédio acastelado vive um milionário. Ele é só. O único companheiro é o medo (que lhe roubem o acumulo da sua avareza). TEM TANTO E USUFRUI TÃO POUCO. Uma tarântula que ele pensara a sua mascote da sorte e que ele protegia, picou-o e ele faleceu no cobertor de notas.
— Carlos Amaral
sábado, 20 de agosto de 2016
(Micro)conto onde se prova que nos restaurantes chineses os clientes podem desaparecer de muitas maneiras, apesar de serem locais fantásticos com pessoas simpáticas a acolherem-no
Um bule de chá, amendoins e uma espera pelo meio. Não falamos do restaurante deserto. Eu e os sorrisos das empregadas chinesas. O frasco do molho de soja está vazio: era veneno. Está explicado o fato do restaurante estar deserto.
-- Carlos Amaral
segunda-feira, 8 de agosto de 2016
Das pessoas que sabem tudo, ou o dilema da sabedoria inquestionável.
Incluído num dos meus próximos livros, este de micro contos:
"Ela pensa ser o umbigo do mundo. Se alguém lhe faz frente: KAPUT fica tudo estragado. “Sois por mim ou contra mim?; Franziste o nariz ao que digo, estás liquidado”: PUM! PUM!"
domingo, 29 de maio de 2016
Luto porque acredito
Uma sessão de autografo na feira do livro, geralmente é um momento de tédio, para autores solitários exibidos em montra. Não foi anteontem o caso! Tive uma corrente humana constante de leitores amigos a honrarem-me com a sua presença num diálogo literário frutuoso.
domingo, 15 de maio de 2016
sábado, 14 de maio de 2016
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