domingo, 29 de maio de 2016

Luto porque acredito

Uma sessão de autografo na feira do livro, geralmente é um momento de tédio, para autores solitários exibidos em montra. Não foi anteontem o caso! Tive uma corrente humana constante de leitores amigos a honrarem-me com a sua presença num diálogo literário frutuoso.
Luto pelas minhas obras, divulgando-as, por acreditar profundamente no meu modo de escrever, à imagem do que afirmo num poema: "mesmo que ninguém me oiça digo e assim fica dito". Não trato coisas triviais -- um pecado para muitos, que apreciam só o que entendem á primeira -- o leitor comigo joga na busca dos significados. Quando aprende a gostar: ADORA! Este é o reflexo que vou tendo, a par de me dizerem que o estilo é: "depurado", "mágico", "cinestésico", "modo de escrita que faz o nosso tempo"...

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